Hoje, lá na academia, entre uma e outra série de tríceps, eu cheguei perto da tevê pra conferir o que tanta gente suada fazia ali à frente dela. Assistiam ao Obama naquelas coisas lá de recém presidente. Entre os transpirados ratos de laboratório (eu mesmo tenho essa sensação de ser um quando vou à academia), uma rata suada, com cara de emergente plastificada, de uma pele que aparentava seus quase sessenta anos, soltou a frase que fez a turba se dispersar em silêncio constrangedor:“Não sei pra quê tanta coisa por causa dele ser negro. Lá na África tá cheio de presidente negro” (sic)
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